DE PAI PARA FILHOS!

CARACTERÍSTICAS DE UM PAI

FALANDO DE PATERNIDADE…

Benjamim ou Benoni?
Gn. 35:16 Eles partiram de Betel, e quando ainda estavam a certa distância de Efrata, Raquel começou a dar à luz com grande dificuldade. E, enquanto padecia muito, tentando dar à luz, a parteira lhe disse: “Não tenha medo, pois você ainda terá outro menino”. Já a ponto de sair-lhe a vida, quando estava morrendo, deu ao filho o nome de Benoni. Mas o pai deu-lhe o nome de Benjamim.

Benjamim foi chamado inadequadamente de “Benoni” (filho do meu lamento) por sua mãe moribunda Raquel, porém seu pai lhe chamou “Benjamim” (filho da minha destra ou filho da minha força). Da palavra profética do seu pai saiu a linhagem do Rei Saul, o primeiro rei de Israel. É uma tragédia para os filhos, alinhar-se com alguém que não pode falar ao seu destino.

Muitos de nós temos sido mal nomeados nos braços de um sistema moribundo, como Raquel, que estava nomeando seu filho baseada na sua própria calamidade. 

É a estes filhos sangrantes cujas identidades quebradas e os sonhos desfeitos pararam seu crescimento, que eu estendo um convite.

O inimigo tem trabalhado sem cessar para criar um sentimento de “estar fora de lugar” entre aqueles de nós, cujos ministérios e dons foram manchados com um sentimento de ilegitimidade.

Assim como uma planta dá a semente para a perpetuação da sua espécie, nós devemos reconhecer e valorizar a paternidade. Existe um depósito que os pais podem oferecer que nos habilita a evitar falhas que têm marcado ministérios em todo o mundo. É importante que esses homens cheios de dons, não saiam de cena com as suas sementes presas em seus ministérios, sem derramá-las.

Há semente para recolher, de onde haverá uma poderosa transferência. Aos pais eu digo: ”Derramem o que têm sobre a próxima geração, passem o bastão nas mãos de homens fiéis. Seu ministério continuará a perpetuar-se a través das vidas dos homens que sentiram a firme mão de seu conselho e a rica semente de seu ministério.”

fragmento…
Adriel Barbosa
Extraído do texto do Dr.Handby

VAMOS CONVERSAR SOBRE O ASSUNTO? DEIXE SEU COMENTÁRIO…

PAI É UM CULTIVADOR

Um cultivador é uma pessoa que faz que algo ou alguém se torne frutífero, é alguém que logra que uma coisa seja melhor que quando a recebeu. Um pai cultiva os dons e os talentos dos seus filhos. A missão principal de um pai é levar seus filhos a descobrir y desenvolver seu propósito, chamado e destino profético em Deus, tanto no espiritual como no natural. Se hoje nós levamos frutos é porque nosso Pai nos cultivou. Somos melhores indivíduos depois que ele nos alcançou com seu amor. Ele tem um propósito para cada um de nós, y está nos cultivando para que estejamos prontos para cumpri-lo. Como pais terrenos, nós também somos chamados a cultivar os dons dos nossos filhos, biológicos e de todos aqueles que estão baixo nossa paternidade espiritual.

GOSTARIA QUE PUDÉSSEMOS, JUNTOS, CONSTRUIR O VALOR “PATERNIDADE”.
Deixe seu comentário.

  • Um pai é um cultivador.
  • Um pai é o que endossa (Aquele que assina embaixo)
  • Um pai é protetor.
  • Um pai é um mentor.
  • Um pai é progenitor.
  • Um pai é um líder.
  • Um pai é um animador. (Aquele que anima)
  • Um pai é um estabilizador.
  • Um pai é provedor. (aquele que provê)
  • Um pai é transmissor.
  • Um pai é formador.
  • Um pai é uma fonte.
  • Um pai é aquele que nutre.
  • Um pai é um mestre.
  • Um pai é aquele que disciplina.
  • Aquele que leva as Cargas (não aquele que carrega mas aquele que ajuda a carregar)

Estás características estão em Deus como pai e se manifestam em homem e mulheres que Deus levanta para serem pais nesta geração.

Livro: “Necessito de um pai!”

Guillermo Maldonado

Editora Vida


CARTA ABERTA AOS FILHOS, AMIGOS E IRMÃOS

Bom, vamos lá…

Ainda continuo com temor de ser mal entendido, por esta razão vou usar uma historia que faze parte da bíblia.

Jesus continuou: “Um homem tinha dois filhos.

O mais novo disse ao seu pai: ‘Pai, quero a minha parte da herança’. Assim, ele repartiu sua propriedade entre eles.

“Não muito tempo depois, o filho mais novo reuniu tudo o que tinha, e foi para uma região distante; e lá desperdiçou os seus bens vivendo irresponsavelmente.

Depois de ter gasto tudo, houve uma grande fome em toda aquela região, e ele começou a passar necessidade.

Por isso foi empregar-se com um dos cidadãos daquela região, que o mandou para o seu campo a fim de cuidar de porcos.

Ele desejava encher o estômago com as vagens de alfarrobeira que os porcos comiam, mas ninguém lhe dava nada.

“Caindo em si, ele disse: ‘Quantos empregados de meu pai têm comida de sobra, e eu aqui, morrendo de fome!

Eu me porei a caminho e voltarei para meu pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e contra ti.

Não sou mais digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus empregados’.

A seguir, levantou-se e foi para seu pai. “Estando ainda longe, seu pai o viu e, cheio de compaixão, correu para seu filho, e o abraçou e beijou.

“O filho lhe disse: ‘Pai, pequei contra o céu e contra ti. Não sou mais digno de ser chamado teu filho’.

“Mas o pai disse aos seus servos: ‘Depressa! Tragam a melhor roupa e vistam nele. Coloquem um anel em seu dedo e calçados em seus pés.

Tragam o novilho gordo e matem-no. Vamos fazer uma festa e comemorar.

Pois este meu filho estava morto e voltou à vida; estava perdido e foi achado’. E começaram a festejar.

“Enquanto isso, o filho mais velho estava no campo. Quando se aproximou da casa, ouviu a música e a dança.

Então chamou um dos servos e perguntou-lhe o que estava acontecendo.

Este lhe respondeu: ‘Seu irmão voltou, e seu pai matou o novilho gordo, porque o recebeu de volta são e salvo’.

“O filho mais velho encheu-se de ira, e não quis entrar. Então seu pai saiu e insistiu com ele.

Mas ele respondeu ao seu pai: ‘Olha! todos esses anos tenho trabalhado como um escravo ao teu serviço e nunca desobedeci às tuas ordens. Mas tu nunca me deste nem um cabrito para eu festejar com os meus amigos.

Mas quando volta para casa esse seu filho, que esbanjou os teus bens com as prostitutas, matas o novilho gordo para ele! ’

“Disse o pai: ‘Meu filho, você está sempre comigo, e tudo o que tenho é seu.

Mas nós tínhamos que comemorar e alegrar-nos, porque este seu irmão estava morto e voltou à vida, estava perdido e foi achado’ “.

Esta historia me conta: que o filho caçula entendeu que tinha que deixar a casa do pai, para isso ele tomo a decisão e a comunico a seu pai. Ao saber, o pai, da decisão de seu filho ele não diz nada, ele não questiona, ele não pergunta a razão nem o porquê. Ele não tentou em nenhum momento remover o seu filho da decisão que ele tomou. O pai deixa ir seu filho sem nenhum tipo de questionamento, isto NÃO revela falta de amor, nem descaso pela vida do filho. Entendo que o pai entendeu que há coisas que seu filho precisa entender por si só, ele precisa dar valor a cosas que só as entendera longe da casa paterna.

O filho foi embora, gastou tudo o que tinha e, o texto declara que houve fome: Depois de ter gasto tudo, houve uma grande fome em toda aquela região, e ele começou a passar necessidade. A isto que eu chamo de uma situação extrema que algumas vezes já mencione. A situação extrema chegou: a fome, e ele tem que se submeter a coisas que ele nunca penso que se submeteria (dar de comer aos porcos para um judeu era uma atividade humilhante, imagine então querer a comida que era dada a eles). O bom da situação extrema é que ela pode me levar a um momento de reflexão, de parar para pensar, parar para analisar sem arrogância nem orgulho, já que a situação de dar comida aos porcos já tinha tratado com estas deformações. O texto declara que: Caindo em si, ele disse: ‘Quantos empregados de meu pai têm comida de sobra, e eu aqui, morrendo de fome! Gosto desta declaração: caindo em si, é neste momento que ele lembra da casa do pai, das coisas vividas com o pai. Ele não se lembra da conversa que teve com seu pai antes de deixar a casa paterna, porque não houve tal conversa. Então ele lembra de tudo o que ele viveu e aprendeu com seu pai antes de ele decidir ir embora. Pessoalmente acredito que esta era a esperança do pai, que seu filho caísse em si, por isso não dize nada quando ele deixou a casa.

Depois desta reflexão filho decide voltar à casa do pai. Ele tem que voltar pelo mesmo caminho.

O texto declara: “Estando ainda longe, seu pai o viu e, cheio de compaixão, correu para seu filho, e o abraçou e beijou.

Este texto é revelador, já que, expressa o amor do pai, não porque o recebeu, mas porque o estava esperando. O texto declara que o viu de longe, ele o estava esperando. Ao chegar o pai o restaura a sua posição e há uma grande festa. Esta é a esperança de todo pai, que seu filho aprenda e volta à casa paterna. A escolha de um pai é perigosa, já que assim como o filho voltou pode também não voltar. Neste momento penso que a reflexão do Pai é a seguinte: se ele voltar é porque ele é meu filho, agora se ele não voltar é porque ele não soube entender nem aproveitar a oportunidade, e o privilegio que se lhe deu.

A continuação a historia relata a reação do irmão mais velho, que para mim é mais prodigo que aquele que foi embora, mas voltou.

A reação do irmão mais velho me revela outra atitude interessante.

A atitude do irmão mais velho me mostra aqueles que no se sentem privilegiados como filho, e a sua reivindicação é com base no que ele faz.

A historia declara que: O filho mais velho encheu-se de ira, e não quis entrar. Então seu pai saiu e insistiu com ele. Quero que pare e observe a situação que esta acontecendo:

  1. …encheu-se de ira… Se indignou, se exasperou, falou um monte…esqueceu das tantas vezes que o pai esteve presente na sua vida.
  2. seu pai saiu e insistiu com ele Ele não foi falar com o pai ele fez que o pai viesse até ele. Num português chulo e claro “peito seu pai e o chamo para a briga”. Ele pede explicações com base no que faz. A isto a bíblia chama de justiça própria, penso que aqui encaixa algo que aprendi ontem escutando uma pregação: obstinação é aquele que faz da sua própria opinião um ídolo. O filho mais velho se tornou obstinado. Observe a base de seus argumentos: Mas ele respondeu ao seu pai: ‘Olha todos esses anos tenho trabalhado como um escravo ao teu serviço e nunca desobedeci às tuas ordens. Mas tu nunca me deste nem um cabrito para eu festejar com os meus amigos.

Coisas importantes: ele tem mentalidade de escravo, ele só obedece ordens e nunca foi veneficiado com nada. Para mim este é o tripé que sustenta os argumentos de uma ovelha e não de um filho, mas ele reivindica cuidado de filho. Ele só a obedece: eu faço…, eu vou…, eu dou…, eu estou … Gosto muito da resposta do pai: tudo o que tenho é seu. Concluo que a mentalidade de escravo não me deixa usufruir de tudo o que é meu e tenho direito.

Pare e pense e tire suas próprias conclusões. Agora, ao fazer sua análise, não esqueça que é um texto da bíblia da Palavra de Deus.

Observação: perdoe minha clareza, minha objetividade e meu português precário. Se não concordar comigo no me critique, não fale mal de mim, ao contrario ore por mim e me mande sua proposta embasada no mesmo livro que eu usei.

 

Com amor Dario um filho ao serviço do Rei e do seu Reino.

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